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Secretaria de Saúde intensifica ações para controle e combate a leishmaniose visceral
Saúde alerta para Semana Nacional de Controle e Combate às Leishmanioses
Durante está semana é celebrada a “Semana Nacional de Controle e Combate às Leishmanioses”, o evento foi instituído pela Presidência da República por meio da Lei Nº 12.604, de 03 de abril de 2012.
A leishmaniose é uma das seis doenças tropicais de maior relevância mundial. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, estima-se que mais de 1 bilhão de pessoas vivem em áreas endêmicas para as leishmanioses no mundo sob o risco de infecção, dentre as quais, mais de 600 milhões estão sob o risco de adquirir leishmaniose visceral, potencialmente fatal. São estimados, anualmente, mais de 300 mil casos novos de LV no mundo, com mais de 20 mil mortes.
Durante a semana o controle e endemias, juntamente com a Secretaria de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos realizará trabalho de manejo ambiental e busca ativa de sintomas em animais em áreas que foram encontrados o vetor, além de atividades de orientação e prevenção da leishmaniose visceral.
Quais são os sintomas da Leishmaniose Visceral?
A Leishmaniose Visceral é uma doença infecciosa sistêmica. Os principais sintomas da doença são:
- Febre de longa duração;
- Aumento do fígado e baço;
- Perda de peso;
- Fraqueza;
- Redução da força muscular;
- Anemia
Como a Leishmaniose Visceral é transmitida?
A Leishmaniose Visceral é transmitida por meio da picada de insetos conhecidos popularmente como mosquito palha, inseto pequeno e têm como característica a coloração amarelada ou de cor palha e, em posição de repouso, suas asas permanecem eretas e semiabertas. A transmissão acontece quando fêmeas infectadas picam cães ou outros animais infectados, e depois picam o homem, transmitindo o protozoário Leishmania chagasi, causador da Leishmaniose Visceral.
Departamento de Comunicação, 06 de agosto de 2019.